domingo, 7 de novembro de 2010



Colin Cosmo e os Supernaturalistas- REVIEW



Olá. Hoje, no segundo dia da campanha MIB (Movimento de Incentivo ao Blog), eu trago a vocês mais um livro do meu autor preferido, Eoin Colfer: Colin Cosmo e os Supernaturalistas. 
Colin Cosmo é um garoto normal, que vive no Instituto Clarissa Frayne para Meninos com Deficiência de Pais (algo conhecido hoje como orfanato). Ele, juntamente com os outros garotos do orfanato são usados como cobaias para testes químicos, tais como remédios, pomadas, etc. A média de vida dos garotos do Clarissa Frayne era de 15 anos. Colin tem 14. Assim, sem vontade alguma de morrer, Colin Cosmo aproveita a primeira oportunidade que tem para fugir, levando junto seu amigo Ziplock. Porém, perseguidos por um bedel cruel, eles são atirados de um prédio, no meio de uma chuva ácida, para um beco estreito e lamacento que contém, nada mais, nada menos que... um fio de gerador desencapado. E, logo depois disso, Colin Cosmo é encontrado pelos Supernaturalistas,
Devo confessar algo para vocês: Eoin Colfer é, de longe, meu autor favorito. Eu adoro o estilo de escrita dele. Seco, sarcástico, humorístico e encantador. Talvez seja eu que ache ele engraçado. De qualquer maneira, ele tem uma coisa que se percebe apenas quando se lê muito os livros dele (coisa que eu já fiz, sendo que ele é meu autor favorito): Ele repete nomes. Nada de ficar inventando nomes demais, isso é supérfluo. Assim, um nome falso do pequeno Arty em "Artemis Fowl- Uma Aventura no Ártico" se repete neste livro. E, até mesmo na sequencia Artemis Fowl se percebe uma pequena repetição de nomes. Mas, como este review não é de Artemis Fowl, e sim de Colin Cosmo, voltemos ao assunto deste post.
Uma coisa que eu admiro muito nos livros de Colfer é a realidade que ele usa para retratar as personagens. São seres tridimensionais, com sentimentos, emoções, incertezas, ou seja, são humanos. Psicológica E fisicamente falando.
Ainda podemos tocar na questão do enredo. Este livro é completamente maluco. De verdade. Uma hora você descobre uma coisa, para descobrir então que esta coisa é, na verdade outra e você se sentir mal por terem feito coisas erradas com a coisa. Confuso, não?
Amigos que são inimigos, inimigos que são amigos, amigos que são amigos mesmo e confusão. De todos estes fatores nasce uma coisa imperativa num livro (ainda que seja completamente paralelo ao nosso): a realidade. Você consegue se ver na pele das personagens, e tenta imaginar o que elas fariam.
É por esses motivos que eu adoro os livros de Eoin Colfer e acho que esta é uma das poucas obras-primas literárias do gênero infanto-juvenil.

A comunidade do Livreiros de Plantão no Orkut:  http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=108020046


Qualquer colaboração será muitíssimo bem-vinda

Obrigado, e boas leituras ^^

3 comentários:

  1. Blogueiro, ja que vc gosta mesmo do Eoin, falta falar sobre "o Labirinto de ossos"
    Bjus*-*

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  2. Nátali... Labirinto de Ossos foi feito pelo Rick Riordan, não pelo Eoin Colfer. No próprio site do Colfer não existe uma única menção ao Labirinto de Ossos.

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