Reviews
- Ah! My Goddess!
- Artemis Fowl- o Menino Prodígio do Crime
- Artemis Fowl- Uma Aventura no Ártico- by Fred Esquef
- Crepúsculo
- Harry Potter e a Pedra Filosofal
- Jogo-da-velha
- Mau Começo
- O Apanhador no Campo de Centeio
- O Filho da Máfia
- O Ladrão de Raios
- Poderoso Chefão
- Ponto de Impacto
- Série Percy Jackson e os Olimpianos- by Nátali
- Toda Mafalda
domingo, 5 de dezembro de 2010
domingo, 14 de novembro de 2010
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
A comunidade do Livreiros de Plantão no Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=108020046
domingo, 7 de novembro de 2010
sábado, 6 de novembro de 2010
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Capítulo dois
Era meio-dia quando o sino da vila tocou, chamando todos os cidadãos para uma reunião.
- Como todos devem saber, nossa vila está em mortal perigo. - O autor desta frase foi o líder da vila, Nisual- E estou convocando a todos pois creio que ninguém deve ficar calado. Alguém tem algum plano?
- Líder, eu bolei um, que acho que deverá servir. Por que não plantamos armadilhas pelo campo de batalha? Poderemos, assim, dizimar parte do exército inimigo sem que eles ao menos possam revidar. – disse um elfo de voz fria e estatura grande.
- Excelente, mesmo. Todos os melhores alquimistas e magos, já podem começar. Mais alguém?
- Líder- disse Corash- eu tive um sonho hoje, sobre uma arma muitíssimo poderosa. Talvez algum de nós possa sair numa missão para recuperá-la?
- Corash, todos sabemos que seus sonhos são proféticos- riu Nisual- mas você quer mesmo que nós acreditemos que uma arma, apenas uma, poderá salvar nossa vila? Pelo amor do Criador!
Corash silenciou, e ele sentiu o olhar de Mahslia em sua nuca. Mas havia mais alguém o olhando com interesse. Ele só não sabia quem.
Corash estava terminando de desenhar algo em um pergaminho, quando Mahslia entrou.
- Corash! Eu te disse para esquecer esta arma!
- Desculpe-me, Mahslia, mas esta arma vai nos ajudar, eu tenho certeza. E eu vou em busca dela, querendo você ou não!
- Onde você está pretendendo ir, posso saber?
- À Montanha Selque, e você não vai junto comigo- acrescentou ele, captando o olhar da amiga.
- Ah, eu vou sim. E, mesmo eu não acreditando nessa missão, você precisa de mim. Afinal, quem irá te proteger?
- Engraçadinha. Você não vai, não. Você está muito perto de se formar, eu não posso deixá-la ir e perder a formatura.
- Formatura? Isso só serve para participar do exército! Eu vou com você, “querendo você ou não”. Assunto encerrado.
- Que seja, Mahslia, mas qualquer coisa que acontecer com você é de inteira responsabilidade sua. Entendido?
- Tudo bem, Co. Quando nós partimos?
- Assim que você arrumar a sua mochila com cordas, comida, cantis com água e um pouco de dinheiro. E não esqueça sua maça!
- Muito bem, eu não me esquecerei. Dê-me meia hora e nós nos encontramos no portal da cidade. Pode ser?
- Feito. Agora, apresse-se, pois eu quero começar esta jornada o quanto antes.
Mal sabiam os dois amigos que havia uma terceira pessoa escutando sua conversa.
Corash olhava para a sombra do relógio de sol da cidade, impaciente. Mahslia estava atrasada.
- Co! Cheguei!- disse uma Mahslia ofegante.
- Aleluia, garota! Você demorou duas horas a mais que o previsto!
- Desculpe. Eu tive que me livrar dos meus pais. E você, como chegou aqui no horário?- disse a garota, na defensiva.
- Você conhece meus pais. Eles me acham um fracassado, não ligam se eu ficar fora até de tarde- respondeu o garoto, irritado.
- Co, desculpe! Eu...- começou a garota
- Deixa pra lá, ok? Vamos logo começar, quanto antes nós começarmos, antes acabaremos.
- E onde vocês pensam que estão indo?- perguntou uma voz fria

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

sábado, 16 de outubro de 2010

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Uma aventura no Ártico
Olá pessoal,segundo review meu deste livro,(to muito puto porque meu pc foi formatado e eu perdi o primeiro)mas,ta aí .E é o meu primeiro review então por favor relaxem um pouco nas criticas,serão bem aceitas apenas se forem construtivas.
"Eu sabia que ele voltaria.
Eu sabia"
OMG,foi o que eu pensei quando terminei de ler esse livro. Meu livro favorito diga-se de passagem. O Eoin, autor do livro, conseguiu mais uma vez te botar dentro da história, fazer você se sentir como se estivesse lá, assistindo ao vivo aos acontecimentos .Nesse livro temos uma pessoa contrabandeando para os goblins fontes de energia produzida por humanos. Holly tem certeza de que o culpado é Artemis, mas ele está muito ocupado armando um plano para achar e resgatar seu pai. O que eu achei mais legal nesse livro foi justamente o lado humano mais forte no pequeno Arty.Ele não é mais como antes,ele tem sentimentos.
Temos também a apresentação da que pra mim é a 2° personagem mais engraçada da série(só perde pro Palha) a Duende-diabrete megalomaníaca Opala Koboi.
Vou parar por aqui senão vou acabar soltando spoilers.Só posso dizer: comprem. Leiam, vocês não vão se arrepender.
"...uma mistura original de mito e modernidade,magia e crime." - Time
Espero que tenham gostado.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

segunda-feira, 16 de agosto de 2010
domingo, 15 de agosto de 2010
Prólogo
- Como está o ritual?- perguntou ele, com sua voz fria ecoando alta pela sala.
- Pronto, meu amigo. Apenas precisamos de você para fechar o círculo- respondeu um vulto alto e magro à sua direita.
- Então, completemos o ritual- decidiu ele, dando as mãos para o segundo homem que falara e para um ser baixo e atarracado à sua esquerda. O homem fechou seus olhos vermelhou e concentrou-se. Quando falou novamente, sua voz estava diferente. - Aqui selamos esta poderosa arma para que apenas a pessoa mais digna de possuí-la consiga retira-la de seu túmulo. Nós, representantes de todas as raças, nos reunimos para realizar a Jura de Vida que selará o objeto.
- Eu sou Ja-Fis, dos anões- disse o vulto atarracado à esquerda do homem.
- Sou Aelry, dos orcs- gritou um vulto grande e fedorento, a esquerda do anão.
- Meu nome é Kethel, dos halflings. - sussurrou um vulto baixo a esquerda do orc.
- Rial Ruil, dos elfos- disse o vulto alto e magro à direita do homem que falara primeiro.
- Cael Kash, dos humanos- falou o homem. Ao som de seu nome, uma luz dourada nasceu no centro do círculo e se expandiu, englobando toda a sala. A inconsciência de quase todos foi imediata.
- Então, a última arma foi selada- sussurrou ele, caindo de bruços no chão e morrendo.
Capítulo um
Corash acordou sobressaltado. Ele tivera um sonho muito estranho. Algumas pessoas meio macabras estavam fazendo um ritual estranho. E havia uma arma envolvida...
Talvez uma apresentação seja útil a essa altura. Corash Lam era um típico elfo, alto e esguio. Sua pele era pálida, e seu cabelo castanho curto era arrepiado.
Vindo de uma tradicional família de mercadores, Corash foi o primeiro Lam a treinar para se tornar um guerreiro da vila. Mesmo enfrentando muito preconceito por parte de seus pais e irmãos, ele conseguiu, por mérito próprio, entrar no Esquadrão de Arquearia do exército. Mas ele ainda era apenas um aprendiz, o que significava que ele não poderia combater junto aos formados, sob pena de morte. Só que a vila precisava, agora mais que nunca, de guerreiros qualificados. Pois uma guerra ameaçava todo o Reino de Lynzea, e a vila de Sparon era o primeiro obstáculo do exército seguinte. E o exército de Sparon necessitava urgentemente de combatentes para a guerra. Caso contrario, todo o reino de Lynzea poderia ser esmagado.
Enquanto pensava nisso, Corash ouviu uma batida na porta.
- Entre!- disse ele- Ah!, Olá, Mahslia. Como vai?
- Oi, Corash. Eu estou bem, e você?- disse a elfa, inclinando-se para beijar Corash no rosto. Mahslia era uma bonita elfa, com cabelos ruivos presos em um rabo de cavalo comprido. Ela parecia ser delicada e meiga. Coisa que, realmente, ela era. O que não significava que ela era fraca. Pois Mahslia era uma das melhores aprendizes de maga de toda a vila.
- Eu estou bem, Ma, mas eu tive um sonho realmente estranho.
- Como foi?- perguntou a amiga, solicita. Os sonhos de Corash eram realmente incríveis. Eram quase que um oráculo para ela.
- Ah, um círculo de pessoas estava selando uma arma dourada. Mas não pode ser de verdade, não é? Quero dizer, isso não existe, existe?
- existe sim, Co, existe sim. Mas não se preocupe com eles. Preocupe-se em treinar para se formar rapidamente. Nós logo entraremos em guerra, e precisaremos de toda a ajuda que pudermos conseguir.
Corash não respondeu. Ele queria, mas não tinha respostas para a amiga. Afinal, alguma vozinha insistente no fundo de sua cabeça dizia incessantemente que a arma seria vital para a sobrevivência da vila, e que a mesma arma vital estava na Montanha Selque, gigante e impenetrável.
domingo, 8 de agosto de 2010

domingo, 1 de agosto de 2010

- Fraco à luz do Sol, se transformando em cinzas ao ser por ela tocado.
- Pode ser assassinado se uma estaca de madeira for fincada em seu coração
- Se evitarem a luz do Sol e entrar em embates contra humanos armados de estacas de madeira, podem ser imortais.
- Só podem sobreviver se beberem sangue humano
- Eles podem sair à luz do sol, mas não é algo muito legal, pelo fato deles brilharem mais que um quilo de purpurina jogada de uma avião em um dia ensolarado.
- São imortais, mas os Vulturi podem matá-los (sim, Desciclopédia também fala verdade, pessoal!)
- Eles são "vegetarianos"! Qualquer sanguezinho já os sacia!

sexta-feira, 30 de julho de 2010


quinta-feira, 29 de julho de 2010

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Review: O Filho da Máfia, de Gordon Korman.







