segunda-feira, 23 de agosto de 2010


TODA MAFALDA- REVIEW

Olá a todos. Finalmente, arranjando um tempinho para escapar da tirania escolar (também conhecida como época de provas), vim aqui no blog fazer um review do livro Toda Mafalda, do Quino.

Ao contrário de todos os livros que eu comentei aqui (que podem ou não conter imagens), este livro é feito em quadrinhos. Só em quadrinhos. Assim, podem ser mostradas situações cotidianas da vida de crianças de um modo mais abrangente e leve, sem ter um formato "piadinha" que teria se fosse somente escrito.

Mafalda é uma criança argentina de quatro anos que vive na época da guerra fria e do Vietnã. Com vários amigos adquiridos ao longo de sua vida, ela debate assuntos interessantes, de coisas fantasiosas de crianças ao tema político e social em que se vivia.

É interessante se observar neste livro o desenvolvimento das personagens. Além de algumas mudanças físicas, pequenas mas muito reparáveis, vê-se o amadurecimento de Mafalda psicologicamente, mostrando assuntos cada vez mais polêmicos para, logo depois, mostrar tirinhas de preocupações infantis, como a escola.

Outro ponto positivo neste livro é a interação entre desenhos e histórias. Por exemplo, existe uma tira em que Filipe (um amigo de Mafalda) deve ir à frente da sala responder a chamada oral feita pela professora. É mostrado então o caminho de Filipe, sentindo-se minúsculo. Ele fala à sala sobre a matéria e, quando a professora o elogia, ele volta para sua mesa em um tamanho gigantesco, que mostra como ele se sentia grande e superior em relação aos outros.

Quino consegue mostrar, além de tudo isso, senso de humor perante várias situações, que beiram ao ridículo quando olhadas por um espectador.

Em suma, este livro deve ser tratado com muito carinho, por ser simples e direto, mas mesmo assim conseguir passar uma mensagem clara e que, apesar de ser de senso comum, nunca é respeitada. Não vou dizer qual é, leiam o livro! Realmente, vale a pena.

Obrigado a todos e boas leituras ^^

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Olá, pessoal. Estou aqui para avisar que, por motivos de força maior (também conhecidos como provas) eu irei postar aqui no blog apenas ocasionalmente, ou seja, quando eu tiver um dia para fingir que a terrível obrigação de me provar perante pessoas formadas foi abolida e que eu posso ficar o dia inteiro no computador. Assim, eu poderei compensar os dias em que eu passo estudando, para postar no blog e ouvir minhas músicas, etc.

Próximos reviews:

Toda Mafalda, de Quino
Ladrão de Raios, de Rick Riordan (sim, da mesma série que a Nátali fez o review *-*)
Atlantis, do David Gibbins
Dragões de Éter- Corações de Neve, de Raphael Dracoon
As Aventuras de Tom Sawyer, de Mark Twain
Harry Potter e a Pedra Filosofal, de J.K. Rowling
O Iluminado, de Stephen King

Ah, sim, e se eu tomar vergonha nessa minha cara feia e achar meu Hamlet, eu com certeza farei dele também.

Obrigado a todos e boas leituras ^^

domingo, 15 de agosto de 2010

Olá a todos. Hoje, finalmente, irei postar o Prólogo e um dos capítulos de um dos livros que estou escrevendo. Este daqui se chama Archer Quest, e eu espero sinceramente que vocês gostem!






Prólogo

O homem olhou para frente fixamente, com o capuz de seu negro manto encobrindo completamente seu rosto. Seus olhos, com grandes íris vermelhas, brilhavam maliciosos e frios. A escuridão predominava no recinto, com apenas uma fonte de luz dissipando-a. O homem começou a caminhar na direção da luz, lenta e firmemente.

- Como está o ritual?- perguntou ele, com sua voz fria ecoando alta pela sala.

- Pronto, meu amigo. Apenas precisamos de você para fechar o círculo- respondeu um vulto alto e magro à sua direita.

- Então, completemos o ritual- decidiu ele, dando as mãos para o segundo homem que falara e para um ser baixo e atarracado à sua esquerda. O homem fechou seus olhos vermelhou e concentrou-se. Quando falou novamente, sua voz estava diferente. - Aqui selamos esta poderosa arma para que apenas a pessoa mais digna de possuí-la consiga retira-la de seu túmulo. Nós, representantes de todas as raças, nos reunimos para realizar a Jura de Vida que selará o objeto.

- Eu sou Ja-Fis, dos anões- disse o vulto atarracado à esquerda do homem.

- Sou Aelry, dos orcs- gritou um vulto grande e fedorento, a esquerda do anão.

- Meu nome é Kethel, dos halflings. - sussurrou um vulto baixo a esquerda do orc.

- Rial Ruil, dos elfos- disse o vulto alto e magro à direita do homem que falara primeiro.

- Cael Kash, dos humanos- falou o homem. Ao som de seu nome, uma luz dourada nasceu no centro do círculo e se expandiu, englobando toda a sala. A inconsciência de quase todos foi imediata.

- Então, a última arma foi selada- sussurrou ele, caindo de bruços no chão e morrendo.

Capítulo um


Corash acordou sobressaltado. Ele tivera um sonho muito estranho. Algumas pessoas meio macabras estavam fazendo um ritual estranho. E havia uma arma envolvida...

Talvez uma apresentação seja útil a essa altura. Corash Lam era um típico elfo, alto e esguio. Sua pele era pálida, e seu cabelo castanho curto era arrepiado.

Vindo de uma tradicional família de mercadores, Corash foi o primeiro Lam a treinar para se tornar um guerreiro da vila. Mesmo enfrentando muito preconceito por parte de seus pais e irmãos, ele conseguiu, por mérito próprio, entrar no Esquadrão de Arquearia do exército. Mas ele ainda era apenas um aprendiz, o que significava que ele não poderia combater junto aos formados, sob pena de morte. Só que a vila precisava, agora mais que nunca, de guerreiros qualificados. Pois uma guerra ameaçava todo o Reino de Lynzea, e a vila de Sparon era o primeiro obstáculo do exército seguinte. E o exército de Sparon necessitava urgentemente de combatentes para a guerra. Caso contrario, todo o reino de Lynzea poderia ser esmagado.

Enquanto pensava nisso, Corash ouviu uma batida na porta.

- Entre!- disse ele- Ah!, Olá, Mahslia. Como vai?

- Oi, Corash. Eu estou bem, e você?- disse a elfa, inclinando-se para beijar Corash no rosto. Mahslia era uma bonita elfa, com cabelos ruivos presos em um rabo de cavalo comprido. Ela parecia ser delicada e meiga. Coisa que, realmente, ela era. O que não significava que ela era fraca. Pois Mahslia era uma das melhores aprendizes de maga de toda a vila.

- Eu estou bem, Ma, mas eu tive um sonho realmente estranho.

- Como foi?- perguntou a amiga, solicita. Os sonhos de Corash eram realmente incríveis. Eram quase que um oráculo para ela.

- Ah, um círculo de pessoas estava selando uma arma dourada. Mas não pode ser de verdade, não é? Quero dizer, isso não existe, existe?

- existe sim, Co, existe sim. Mas não se preocupe com eles. Preocupe-se em treinar para se formar rapidamente. Nós logo entraremos em guerra, e precisaremos de toda a ajuda que pudermos conseguir.

Corash não respondeu. Ele queria, mas não tinha respostas para a amiga. Afinal, alguma vozinha insistente no fundo de sua cabeça dizia incessantemente que a arma seria vital para a sobrevivência da vila, e que a mesma arma vital estava na Montanha Selque, gigante e impenetrável.

domingo, 8 de agosto de 2010




Olá a todos. Eu voltei aqui, depois de um longo tempo sem postar (considerando que eu postava todos os dias *-*), para fazer o review do livro Ponto de Impacto, do Dan Brown.

A história gira em torno de Rachel Sexton, agente da inteligência americana e filha de um senador que concorrerá à presidência e Michael Tolland, um famoso oceanógrafo e apresentador de TV.

Mandada para o Ártico para confirmar se um meteorito encontrado pela NASA era real, Rachel e Michael, junto com outros cientistas, são perseguidos por um grupo de assassinos especiais ao suspeitar de uma fraude da NASA. Paralelo a isso, é contada a história da corrida presidencial americana entre o atual presidente e o pai de Rachel. Junto a isso, vem informações sobre várias equipes e agências americanas, que enriquecem o livro (e, por que não dizer, a sua cultura também) e (ao menos para mim) deixam a história mais fascinante que um livro "comum", por assim dizer.

Aqueles que, por um acaso, já leram algum livro de Dan Brown e conhecem seu estilo, gostarão deste livro. Aqueles que nunca leram Dan Brown, permitam-me explicar seu estilo. Dan Brown faz uma ficção completamente baseada no mundo real, com instituições reais (como a NASA, por exemplo) e informações precisas. Além disso, os personagens de seus livros são muitíssimo bem retratados, e as "histórias paralelas" são, na verdade, vários galhos de uma árvore, que terminam num mesmo tronco sólido. Outro ponto forte de Dan Brown é sua maravilhosa pesquisa. Eu, pessoalmente, consigo ver que Dan Brown se esmera em pequenos detalhes de pesquisa que, às vezes, podem faltar em alguns livros, e que muitas vezes passam despercebidos, mas que deixam as histórias de Dan Brown impecavelmente precisas e completas, sem serem, contudo, entediantes.

Em suma, eu acho que Ponto de Impacto, assim como todos os livros de Dan Brown, devem ser lidos com muito carinho, pois são livros que realmente valem a pena de ser apreciados.

Se vocês gostaram deste (e de outros) review, por favor, sigam o blog! E, gostando (ou não), por favor, comentem para me ajudar a melhorar o blog!

Obrigado e boas leituras ^^

domingo, 1 de agosto de 2010





Olá. Hoje, a pedido da única (espero realmente que isso mude!) colaboradora do blog, resolvi postar um review sobre Crepúsculo. Sim, senhoras e senhores, pode parecer modinha falar sobre Crepúsculo. E talvez seja. Mas eu, sinceramente, não ligo. =D

Bom, Crepúsculo atingiu um sucesso mundial. Deverão ser dados os créditos. Isso não é algo fácil. Contudo, será que é mesmo isso tudo que é patrocinado?

Eu comprei o livro. Admito, eu comprei. E em desespero, pois eu faria uma prova sobre ele no dia seguinte. Correção: sobre ele, ou sobre Dewey- Um gato entre livros. Eu, tendo absoluto ódio e desprezo por gatos, resolvi comprar Crepúsculo. E não me arrependi, pois tirei uma nota muito boa na prova. (Acho que minha vida já cansou um pouco, não?)

A questão é o que foi feito com a história. A autora, Stephenie Meyer, pegou uma criatura já existente como base para sua história, um vampiro (criatura criada pelo irlandês Bram Stoker, no seu clássico livro "Drácula"). Até aí, excelente. O problema foi o que ela fez com os vampiros.

Se pegarmos um vampiro "clássico" (que, deve-se dizer, é um pouco diferente do vampiro criado por Bram Stoker), teremos as seguintes características:
  • Fraco à luz do Sol, se transformando em cinzas ao ser por ela tocado.
  • Pode ser assassinado se uma estaca de madeira for fincada em seu coração
  • Se evitarem a luz do Sol e entrar em embates contra humanos armados de estacas de madeira, podem ser imortais.
  • Só podem sobreviver se beberem sangue humano
Essas são as características mais básicas de um vampiro "clássico". Contudo, um vampiro "Meyeriano" possuem as seguintes características:

  • Eles podem sair à luz do sol, mas não é algo muito legal, pelo fato deles brilharem mais que um quilo de purpurina jogada de uma avião em um dia ensolarado.
  • São imortais, mas os Vulturi podem matá-los (sim, Desciclopédia também fala verdade, pessoal!)
  • Eles são "vegetarianos"! Qualquer sanguezinho já os sacia!
Além disso, as personagens de Stephenie Meyer vivem numa cidade aonde o Sol sai três vezes por ano. Outra desvantagem deste livro é, ao meu ver, a falta de sentimento neste livro. O livro Artemis Fowl, por exemplo, é escrito em um tom impessoal, que representa a falta de emoções do pequeno Arty. Mas, quando tem um sentimento envolvido, ele é bem explorado e explicado por Eoin Colfer. Crepúsculo é o contrário de Artemis Fowl. Em Crepúsculo existem muitos sentimentos, poucos "bem" explorados e nenhum bem explicado. Pode conferir. Enquanto nos livros que eu considero bons está escrito " Zezinho (exemplificando) sentiu um frio na parte baixa do ventre quando ouviu aquelas palavras. Algo nelas fazia com que ele sentisse vontade de sair correndo e nunca olhar para trás.", em Crepúsculo é escrito mais ou menos assim: "Zezinho estava com muito medo.".

Outro ponto cansativo e chato em Crepúsculo é o monólogo da personagem. Sempre a mesma coisa. A história de Edward ser perfeito e ela ser uma tiazinha qualquer. SEMPRE A MESMA COISA! É realmente irritante, e isso foi me cansando de uma tal maneira... Tanto que eu consegui ler o livro apenas uma vez. É, pessoal, o que o desespero não faz com uma pessoa, não é?

Uma última observação: Eu acho que metade da idolatração para com Crepúsculo deve ser abolida. Afinal, Stephenie Meyer manteve apenas o nome e a clássica mordida de um vampiro. Mudou todo o resto. Pelo amor de Deus, vampiros devem ser vampiros! Eles são criaturas já criadas e, por tanto, INÁLTERÁVEIS! Quando alteraram o vampiro de Bram Stoker, alteraram uma PEQUENA coisa, não uma criatura inteira. Para mim, isso até tira um pouco da credibilidade de Stephenie Meyer, que poderia ter pensado um pouco mais e criado uma nova criatura, com algumas características vampirescas. E não, eu não estou ofendendo a autora. Isso vai completamente contra todos os meus princípios. Estou apenas declarando minha opinião, que eu acredito ser um fato.

Em suma, eu achei Crepúsculo um livro terrivelmente ruim e maçante. Personagens chatos, robóticos e perfeitos, que, para mim, tiram completamente o gosto de uma boa história, um romance melosamente nojento e o monólogo mais repetitivo que eu já vi em todos os livros que eu li (e, modéstia a parte, eu já li MUITOS livros).

Assim, eu concluo meu review sobre Crepúsculo. Se você não gostou do review, por favor, não faça um comentário ruim. Poupe seu precioso tempo. Sem contar o meu. Tempo que você poderia estar usando para ler Crepúsculo, ou um outro livro qualquer. Se você gostou, por favor, comente! Eu ficarei muito feliz de saber que meus poucos leitores estão gostando do blog =D.

Obrigado e boas leituras ^^


Oi gente! Eu sou amiga do Klaus e fiz um review de ''Percy Jackson e Os Olimpianos'', pra por no Blog. Espero que vocês gostem!!!!
Percy Foi umas das primeiras obras do escritor Norte Americano Rick Riordan - conhecido pelas obras ''Tres Navarre", "Kane Chronicles"(ainda nao lançado) e o proprio Percy Jackson.
A saga de cinco livros de Percy Jackson (O Ladrão de Raios, O Mar de Monstros, A Maldição do Titã, A Batalha do Labirinto e O Último Olimpiano) conta a história de dois jovens semideuses, Perseu Jackson, Anabeth Chase e seu companheiro Grover Underwood (que é um sátiro, seguidor do deus Dioniso) contra um ex-amigo, Luke Castellan e o maior rival de todos os Olimpianos: Cronos, O Titã pai dos Tres Grandes Deuses: Zeus, o deus dos céus e dos raios; Poseidon(pai do nosso protagonista!), deus dos mares e Hades, o deus dos mortos :O.
Riordan, a meu ver, progrediu muito durante a série em questao. O livro é narrado pelo próprio Percy durante a saga toda. No primeiro livro, Percy tem doze anos e Riordan narra o livro como uma criança dessa idade.No segundo e terceiro, pude perceber muito bem como o narrador amadureceu mentalmente em um intervalo de um ou dois anos na vida da personagem - estando ele com treze e catorze anos - . No livro final da série, O Último Olimpiano (ainda nao publicado),
Percy tem 16 anos e passa a imagem, de um adolecente confuso e indeciso sobre suas escolhas para a própria vida. Também passa a imagem estar preocupado com o que acontece. Você simplesmente nao sente a mesma coisa lendo o Último Olimpiano e o Ladrão de Raios, graças ao modo que Riordan desenvolve as personagens (num estilo muito parecido com os livros da série Harry Potter, da britânica J. K. Rowling).

Acaba aqui o meu primeiro Review para o Livreiros de Plantao*-*. Espero que gostem!
Bjus*-*

Natali