sexta-feira, 29 de outubro de 2010

É, pessoal, eu acho que hoje baixou o santo em mim, pois eu vou fazer duas postagens. Quando eu dificilmente faço uma por semana. Certo, eu estou brincando. Eu meio que me empolguei quando vi que pessoas dos Estados Unidos, México, Portugal e Gana (cruzes, eu quase coloquei Lisboa no lugar de Gana) acessaram este humilde blog. Viva a globalização, viva eles e, principalmente, VIVA VOCÊS QUE PATROCINAM MEU BLOG!!!! Muitíssimo obrigado. E, para comemorar, vou ser uma pessoa arrogante e postar o segundo capítulo daquele meu livro em desenvolvimento, o Archer Quest. Boas leituras e, novamente, MUITO OBRIGADO ^^!




Capítulo dois

Era meio-dia quando o sino da vila tocou, chamando todos os cidadãos para uma reunião.

- Como todos devem saber, nossa vila está em mortal perigo. - O autor desta frase foi o líder da vila, Nisual- E estou convocando a todos pois creio que ninguém deve ficar calado. Alguém tem algum plano?

- Líder, eu bolei um, que acho que deverá servir. Por que não plantamos armadilhas pelo campo de batalha? Poderemos, assim, dizimar parte do exército inimigo sem que eles ao menos possam revidar. – disse um elfo de voz fria e estatura grande.

- Excelente, mesmo. Todos os melhores alquimistas e magos, já podem começar. Mais alguém?

- Líder- disse Corash- eu tive um sonho hoje, sobre uma arma muitíssimo poderosa. Talvez algum de nós possa sair numa missão para recuperá-la?

- Corash, todos sabemos que seus sonhos são proféticos- riu Nisual- mas você quer mesmo que nós acreditemos que uma arma, apenas uma, poderá salvar nossa vila? Pelo amor do Criador!

Corash silenciou, e ele sentiu o olhar de Mahslia em sua nuca. Mas havia mais alguém o olhando com interesse. Ele só não sabia quem.

Corash estava terminando de desenhar algo em um pergaminho, quando Mahslia entrou.

- Corash! Eu te disse para esquecer esta arma!

- Desculpe-me, Mahslia, mas esta arma vai nos ajudar, eu tenho certeza. E eu vou em busca dela, querendo você ou não!

- Onde você está pretendendo ir, posso saber?

- À Montanha Selque, e você não vai junto comigo- acrescentou ele, captando o olhar da amiga.

- Ah, eu vou sim. E, mesmo eu não acreditando nessa missão, você precisa de mim. Afinal, quem irá te proteger?

- Engraçadinha. Você não vai, não. Você está muito perto de se formar, eu não posso deixá-la ir e perder a formatura.

- Formatura? Isso só serve para participar do exército! Eu vou com você, “querendo você ou não”. Assunto encerrado.

- Que seja, Mahslia, mas qualquer coisa que acontecer com você é de inteira responsabilidade sua. Entendido?

- Tudo bem, Co. Quando nós partimos?

- Assim que você arrumar a sua mochila com cordas, comida, cantis com água e um pouco de dinheiro. E não esqueça sua maça!

- Muito bem, eu não me esquecerei. Dê-me meia hora e nós nos encontramos no portal da cidade. Pode ser?

- Feito. Agora, apresse-se, pois eu quero começar esta jornada o quanto antes.

Mal sabiam os dois amigos que havia uma terceira pessoa escutando sua conversa.

Corash olhava para a sombra do relógio de sol da cidade, impaciente. Mahslia estava atrasada.

- Co! Cheguei!- disse uma Mahslia ofegante.

- Aleluia, garota! Você demorou duas horas a mais que o previsto!

- Desculpe. Eu tive que me livrar dos meus pais. E você, como chegou aqui no horário?- disse a garota, na defensiva.

- Você conhece meus pais. Eles me acham um fracassado, não ligam se eu ficar fora até de tarde- respondeu o garoto, irritado.

- Co, desculpe! Eu...- começou a garota

- Deixa pra lá, ok? Vamos logo começar, quanto antes nós começarmos, antes acabaremos.

- E onde vocês pensam que estão indo?- perguntou uma voz fria

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